
Quem ousou contestar seja atleta, técnico ou colaborar esportivo foi criteriosamente convidado a se retirar ou preferiu sair para não ter seu nome ligado a essa bandalheira e ao grupelho que “gesta o esporte em Fraiburgo hoje”. Algumas destas ações me fazem lembrar os anos de chumbo da historia recente de nosso país, onde todos que contestaram foram convidados a se retirar do Brasil ou foram levados para algum porão e torturados até a morte. Graças a Deus não se faz registro até o momento de nenhum porão de tortura na terra da maçã. Ou será que existem porões ocultos?
Como haveria crescimento em uma instituição se dentro desta não tiver espaço para o debate, para a discussão de idéias, é justamente a diversidade de idéias que fazem crescer uma instituição e as pessoas que dela fazem parte.
Duvido muito que alguém tenha a hombridade de vir a publico e reconhecer que o esporte fraiburguense vai de mal à pior. O que farão os nossos resolutos dirigentes? Virão a publico mais uma vez tentando mascarar a realidade fazendo uma verdadeira verborragia de números, dizendo que as escolinhas vão bem, que a terra da maçã nunca teve tantos participantes ou que o péssimo resultado nos regionais aconteceu em virtude de um mau agouro feito pelos adversários e em seguida irão proporcionar a comunidade da Terra da Maçã um novo evento seguindo o principio romano pão e circo não necessariamente nesta ordem.
O que me deixa aliviado é saber que a história é implacável, todos os impérios ou governantes que de uma forma ou de outra mascararam a realidade subestimando a inteligência e a capacidade de seu povo, mais cedo do que tarde ruíram como um castelo de cartas. Além disso, os imperadores e seus lacaios foram e serão duramente julgados pela história.
(*) Emerson Souza, Professor de Educação Física, CREF 6283/ GSC. Colaborador da AGECON em São Bento do Sul (domicilio laboral).
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